quinta-feira, 2 de junho de 2022

Guindastes de Deus

 

Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1Ts 5.18)

    Nossa vida cristã pode ser comparada a uma caminhada ou a um trem que viaja sobre trilhos. Seguimos nossa jornada nesse mundo caído enquanto nossos olhos avistam no horizonte a luz de Cristo nos guiando na Sua direção.
    Porém, por motivos diversos, eventualmente nosso trem descarrilha e saímos dos trilhos de Deus. Fora dos trilhos, nosso trem não anda direito e, quando consegue se arrastar pelas areias e pedras do mundo, se fere, se afastando cada vez mais dos trilhos santos.
    Deus, o Criador da ferrovia santa e do destino seguro dessa linha, em Sua infinita misericórdia e graça, é o único capaz de recolocar nosso trem de volta aos trilhos. Para isso, Ele costuma usar seus guindastes.
    Os guindastes de Deus são as tribulações. Para os filhos de Deus, as tribulações dessa vida são instrumentos do Pai para nos reconduzir aos trilhos de modo que possamos prosseguir em Sua direção, com a suavidade que só aqueles trilhos santos oferecem.
    Não devemos ver as tribulações como um fim em si mesmas. Não, elas não passam, para os verdadeiros filhos de Deus, de guindastes nos reconduzindo ao caminho da santidade que nos faz enxergar, de novo, o destino no fim dessa linha.
    Ao chegarmos no destino, já não precisaremos mais desses guindastes. Já não careceremos mais deles, pois já não mais descarrilharemos. Quando nosso Senhor retornar em Sua glória, diante de todo olho, e formos unidos a Ele nos ares, então nenhum guindaste será necessário. Mas, até lá, glorifiquemos a Deus, dando a Ele graças pelos Seus guindastes que nos reconduzem ao caminho santo.
    Louvado seja o nome do Senhor Jesus, o Cristo, pelos séculos dos séculos, inclusive pelas Suas disciplinas!

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Morte na panela

"Eliseu voltou a Gilgal. E havia fome na terra; e os filhos dos profetas estavam sentados na sua presença. E disse ao seu moço: Põe a panela grande ao lume, e faze um caldo de ervas para os filhos dos profetas. Então um deles saiu ao campo a fim de apanhar ervas, e achando uma parra brava, colheu dela a sua capa cheia de colocíntidas e, voltando, cortou-as na panela do caldo, não sabendo o que era. Assim tiraram de comer para os homens. E havendo eles provado o caldo, clamaram, dizendo: ó homem de Deus, há morte na panela! E não puderam comer. Ele, porém, disse: Trazei farinha. E deitou-a na panela, e disse: Tirai para os homens, a fim de que comam. E já não havia mal nenhum na panela" (IIRs 4.38-41)
Vemos no texto que a pessoa que saiu ao campo para colher ervas para o caldo fazia parte do grupo de aprendizes do profeta Eliseu; ela era "um deles". Porém, aquele aprendiz não era a melhor escolha para desempenhar a função de decidir o que os colegas iriam comer. O texto diz que "não sabendo o que era", colheu. O desconhecimento daquele aprendiz mostra que estava despreparado para a tarefa; não possuía os conhecimentos mais básicos sobre as plantas da região para decidir o que era saudável e o que era veneno. Da mesma forma, ainda que todos os crentes em Cristo façam parte do grupo de aprendizes do Mestre, há os que não conseguem discernir entre o bom alimento e o veneno. Com toda a boa intenção daquele aprendiz do texto, trazem veneno para a "panela" da Igreja, onde os irmãos comerão. Há muito veneno por aí. Plantas que parecem suculentas e vistosas, mas que por dentro carregam a morte! No entanto, o maior erro daquele aprendiz não foi colher a planta venenosa, mas não perguntar para os colegas mais experimentados no assunto se era boa para alimento, visto que ele mesmo não sabia o que era. Essa negligência foi seu maior erro.
A bênção de Deus veio por meio dos membros do grupo dos filhos dos profetas que conheciam aquele veneno, e por isso alertaram o grupo: "há morte na panela!". Da mesma forma, Deus levante pessoas no meio do Seu rebanho com o conhecimento necessário para alertar a Igreja sobre os muitos e variados venenos que podem estar na panela. O profeta Oséias escreveu: "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento" (Os 4.6a). Num tempo onde cada um come da sua própria panela, muito mais do que da panela coletiva da Igreja reunida, o alerta dos profetas não é levado em conta por muitos que, comendo veneno como se boa coisa fosse, morrem, sem saber.
Que Deus tenha misericórdia do Seu povo e conceda servos que identifiquem o veneno e alertem Seu povo, e que esse povo ouça!

terça-feira, 13 de abril de 2021

Salvação antes de Cristo

 "Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva" Jo 7.38

Uma pergunta comum, e muito pertinente, é essa: "como as pessoas eram salvas por Deus antes de Jesus Cristo?". Penso que a resposta a essa pergunta foi respondida pelo próprio Jesus no versículo acima.

A salvação está, nesse verso, representada pela figura da água viva que flui abundantemente do interior do crente, analogia comum nos textos do Antigo Testamento (Ex 17.6; Sl 114.8; Is 55.1; 58.11; Jl 2.23; Ez 47.1, 12; Zc 13.1). Para um povo acostumado com a região árida do oriente médio, a imagem da água como portadora da vida é algo comum e muito vívido.

Essa salvação, Jesus afirma, é dada àqueles que creem Nele. A salvação eterna é pela fé, somente pela fé, e fé somente Nele. Um detalhe, entretanto, deve ser notado. Jesus disse que a Escritura ensina isso - "Quem crê em mim, como diz a Escritura...". Quando Jesus disse essas palavras, o Novo Testamento ainda não havia sido escrito. A Escritura que Jesus tem em mente é o que chamamos Antigo Testamento, e o que o Mestre está dizendo claramente é que o Antigo Testamento já ensinava que a salvação era para os que cressem Nele. Se substituíssemos a palavra Escritura por "Antigo Testamento", que é o que Jesus está dizendo no verso, isso fica óbvio: "Quem crê em mim, como diz o Antigo Testamento...". Logo, aprendemos que a salvação do homem pecador sempre foi pela fé em Jesus Cristo. Como isso era possível antes que Jesus nascesse em Belém da Judeia?

Desde que o pecado entrou na história humana, Deus anunciou que o Messias (o ungido de Deus, o Salvador) é Quem liberta e salva o pecador. Desde o primeiro pecado humano, cometido por Adão e Eva, o Criador anunciou o Messias, embora ainda não chamado pelo nome Jesus ou pelo título de Messias. A primeira anunciação de Jesus está registrada em Gn 3.15, onde Jesus é chamado de "descendente da mulher", que esmagaria a cabeça da serpente, triunfando sobre Satanás e vencendo o mal. Portanto, podemos dizer que a salvação foi oferecida ao homem desde o primeiro pecado cometido, e o primeiro casal humano seria salvo, se colocasse sua fé e esperança no "descendente da mulher". Desde sempre, pela fé Nele. Com o passar do tempo, Deus foi revelando mais sobre o Salvador, até que Jesus pessoalmente estive entre os homens, o Verbo de Deus encarnado (cf. Jo 1.14).

Por isso foi que Jesus disse, "Quem crê em mim, como diz a Escritura", pois a Escritura toda, Antigo e Novo Testamentos, ensinam a mesma verdade, a mesma salvação, somente pela fé, fé somente no "descendente da mulher", somente no Messias, o Cristo, Jesus de Nazaré! A única distinção é de tempo, que os que viveram antes de Cristo eram salvos pela fé no Messias que viria, e os que viveram durante a presença física de Jesus na terra e após, são salvos pela fé no Messias que veio, e que voltará (cf. Hb 13.8). Simples e lindo, não é mesmo?

sábado, 10 de abril de 2021

Dá-nos o pão de cada dia

 
Quando Jesus nos ensinou a orar, Ele o fez de modo tão didático quanto possível.

No verso 11, Ele expõe sua primeira petição: "O pão de cada dia dá-nos hoje".

O pão sempre fora um ícone de força e sustento, bem apropriado por sinal. Quando israelitas viveram nos desertos por quatro décadas, Deus os alimentou com o pão que caía do céu, o maná (cf. Ex 16).

Assim, a imagem que nos vem imediatamente na primeira petição do Pai nosso é a de súplica a Deus para que nossos recursos, nossa provisão não acabe, mas que Ele nos abençoe diariamente com sustento. Isso é verdade e está sim no texto.

Porém, penso que vá além. Num dos discursos de Jesus Ele se comparou com o pão, com o maná (Jo 6.32-58). Ele apresentou-Se como o "Pão vivo que desceu do céu" (vs. 51), não o que "caiu do céu", mas o que "desceu do céu". Apresentou-Se como o "Pão da vida" (vs. 48), diferente do maná que os antepassados dos judeus comeram no deserto e, mesmo assim, morreram. Aquele que "come" o Pão vivo que desceu do céu jamais morrerá (vs. 49-50; 57-58).

Portanto, temos de orar "o Pão de cada dia dá-nos hoje" com isso em mente. O que Jesus nos ensinou ali é que devemos nos alimentar Dele diariamente. Precisamos receber Dele todos os dias. O alimento espiritual que nos dá vida não pode ser relegado à algumas horas no domingo, ou a alguns momentos esporádicos, mas deve ser diário, constante, permanente. O vs. 11 do Pai nosso significa que precisamos de Jesus o tempo todo.

Tem misericórdia de nós, Jesus, e dá-nos de Ti todos os dias!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Lucro ilícito e máfias...

"Ouvi isto, vós que tendes gana contra o necessitado e destruís os miseráveis da terra, dizendo: Quando passará a Festa da Lua Nova, para vendermos os cereais? E o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganadoras, para comprarmos os pobres por dinheiro e os necessitados por um par de sandálias e vendermos o refugo do trigo? Jurou o SENHOR pela glória de Jacó: Eu não me esquecerei de todas as suas obras, para sempre!" Am 8.4-7

Nós vivemos num mundo que aprendeu a amar o dinheiro como se fosse eterno e divino; num mundo onde o lucro e os bens assumiram o lugar do Bem. Não há qualquer dúvida disso! E não é só nos países capitalistas, nem só na nossa época; isso vem desde os primórdios, quando Deus expulsou o homem do jardim perfeito.
Mas, no nosso tempo, envolvidos pelo capitalismo, pelo consumismo, pela obsessão pelo patrimônio e pelo lucro, no seio da geração de adoradores (não de Jesus, mas de Mamom[1]) em que vivemos, os cúmulos desvairados da ganância estão sendo alargados e agigantam-se de tal forma que a consciência humana, mesmo dos cristãos, está se tornando insensível aos pecados que competem à vida financeira e comercial, tão explicitados na Bíblia Sagrada que alegamos ser nossa única e suficiente regra de fé e prática (prática???)...
Veja o grito do profeta Amós, transcrito acima! Por favor, eu imploro, não se furte a lê-lo com muita calma! Agora me diga: quando foi escrito o livro do profeta Amós? Parece que foi hoje! Mas, de fato, ele o fez por volta de 760 a.C., a quase três mil anos! E o que ele está condenando tão veementemente? O enriquecimento ilícito, o lucro exagerado e a formação de máfias e quadrilhas para explorar a população, mormente o povo mais carente. Você já ouviu falar destes pecados? São coisas do passado? Não! São mais frequentes hoje do que em qualquer outra época da história.
Existem verdadeiras máfias, inclusive em nossa cidade. Comerciantes que praticam negócios com uma ética diametralmente oposta à ética cristã, embutindo lucros tão desmedidos nos serviços e/ou produtos oferecidos que certamente Jesus lhes pedirá contas! Regras de comércio completamente imorais, que afrontam tanto a inteligência do cliente quanto a Palavra de Deus. Cobra-se 300 por um, e 299 por meio, para forçar a compra do inteiro. Estoca-se o produto até que o preço de mercado suba às alturas, liberando-o então no mercado para potencializar os ganhos, mas lesando a população que carece do produto. A mentira como proposta de marketing, dizendo ao cliente que algo custa 100, quando na verdade custa 80, para vender por 90 e dizer que foi gentil e concedeu desconto! Isto é pecado! Deus cobrará isto! Deus jamais se esquecerá disto, para sempre!
Tenho certeza que muitos vão ler isto, e pensarão consigo: "Este pastorzinho não sabe como é viver do comércio. Ou você faz assim ou você quebra, perde tudo e vai à falência". Este certamente é o pensamento daqueles que fazem negócio sem Deus, sem fé, sem crer que Deus abençoa o negócio honesto e inteligente, operado pelos Seus servos que dão duro no trabalho, que estudam o mercado, que esforçam-se para negociar com qualidade e competitividade, mas sem abrir mão dos valores do Reino de Deus! E, aliás, eu faço negócio constantemente. Não do lado do vendedor, mas do lado do consumidor, do comprador, do contratante. Sou cliente, compro no mercado, contrato serviços. Sei o que é ser lesado. Sei o que é ser, literalmente, obrigado a pagar absurdo e descarado lucro, por necessidade do produto e/ou serviço. Então não me venha com essa de "ele não sabe de nada". Eu sei o que a Bíblia diz sobre este assunto! E você deveria saber também!

Que Deus nos abençoe e tenha misericórdia dos exploradores!

sábado, 24 de setembro de 2016

O Amor ao Dinheiro

"Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores" ITm 6.10

A Bíblia afirma, categoricamente, que o amor do dinheiro é a raiz de todos os males. Devemos perceber que ela não diz que "o" dinheiro é a raiz de todos os males, mas "o amor" do dinheiro. O dinheiro, em si mesmo, pode não ser ruim. Na verdade, ele pode ser usado para muito bem. Mas, o amor ao (ou do) dinheiro, esse sim, é definitivamente a raiz de muitos males.
Devemos ter em mente, todavia, que Paulo está citando um provérbio popular corrente em seus dias, e não desenvolvendo uma teologia do pecado. Ele não quer dizer que o amor ao dinheiro é, literalmente, a raiz de todos os males, pois a Bíblia afirma, e Paulo sabia disso, que houve pecado antes mesmo do dinheiro existir. Ele está, isso sim, lançando mão de uma hipérbole proverbial, exagerando propositadamente o pecado da cobiça e da obsessão pelos bens materiais, que estava, inclusive, levando alguns falsos mestres a usar a fé para enriquecimento próprio.
De qualquer maneira, o amor ao dinheiro, aos bens materiais, ao status que ele pode trazer consigo, é a raiz de muitos dos males que percebemos no mundo, e isso é algo tão facilmente percebível, que acredito que ninguém discutiria essa afirmação.
O detalhe é que normalmente percebemos esse pecado só no outro, e não em nós mesmos. Aquele que está obcecado pelo dinheiro, ou por algo que ele traz, normalmente estará cego para essa realidade, e não terá consciência do pecado que o envolveu.
Cristãos devem libertar-se do amor ao dinheiro. Isso não acontece fazendo voto de pobreza, ou desfazendo-se de tudo o que temos, ou assumindo uma vida ascética. Isso acontece dispondo o coração para os valores do Reino de Deus, disciplinando a alma a buscar em primeiro lugar o Reino e Sua justiça. Só consegue se desprender do amor ao dinheiro aquele que aprender a dar mais valor em Cristo e Sua palavra do que nos bens desta terra.
Este é o desafio! Esta é a vontade de Deus para cada um de Seus filhos! Que consigamos viver neste mundo ganhando dinheiro de forma honesta, sóbria, justa e piedosa, usando-o sabiamente, para a glória de Deus e um viver digno e santo. Mas o coração do cristão deve estar preso aos valores do céu, e não nos da terra.

Que Deus nos abençoe!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Fé terceirizada

"E alguns judeus, exorcistas ambulantes, tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre possessos de espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega. Os que faziam isto eram sete filhos de um judeu chamado Ceva, sumo sacerdote. Mas o espírito maligno lhes respondeu: Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? E o possesso do espírito maligno saltou sobre eles, subjugando a todos, e, de tal modo prevaleceu contra eles, que, desnudos e feridos, fugiram daquela casa" At 19.13-16

Há relatos registrados na |Bíblia que chegam a parecer cômicos, se trágicos não fossem. O fato descrito nos versos acima são um belíssimo exemplo disso.
O grupo de exorcistas ambulantes, filhos de Ceva, se dispuseram a expulsar os demônios que afligiam algum indivíduo na cidade de Éfeso, enquanto o apóstolo Paulo pregava naquela importante cidade. O desfecho da empreitada, todavia, foi deveras inusitado! Os demônios levaram o possesso a arremeter-se sobre os exorcistas, subjugando a todos, e os fez voltarem para casa feridos e praticamente peladões... Repare, por um momento, na fala do demônio: "Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?". Sim, é verdade! Por mais incrível que possa parecer, os demônios conhecem a Jesus! Eles sabem quem Ele é, e do que é capaz! Conhecem também todo aquele que Nele crê e vive piedosamente em Seus caminhos, o que não era o caso daquele grupo que imprecava palavras de ordem buscando esconjurar os demônios.
A fé dos filhos de Ceva era uma fé terceirizada, pois impetravam as ordens "no nome de Jesus, a quem Paulo prega". Eles se embasaram na fé de Paulo para fazer uso da autoridade que Jesus delegou aos seus discípulos. Entretanto, aprenderam do modo mais constrangedor que a fé cristã não pode ser terceirizada. Ela é pessoal! Não dá para expulsar um demônio pela fé de outra pessoa. É necessário que aquele que busca desfrutar dos privilégios e autoridade que Jesus concede aos Seus seja um dos Seus! Não dá para desfrutar da autoridade do Senhor sem ser discípulo do Senhor!
Isso acontece também com a salvação. Ninguém será salvo da condenação eterna pela fé alheia, senão única e exclusivamente pela graça de Deus, mediante a própria fé! Em questões de autoridade espiritual e salvação, a fé jamais pode ser emprestada, alugada ou terceirizada. Mas, sempre haverão os que se atrevem a exercer autoridade no nome do Jesus que outro prega... infelizmente...
Não espere que outro creia por você! Creia você mesmo em Cristo! Seja um discípulo do Mestre, vivendo em obediência e relacionamento pessoal com Ele, e certamente desfrutará da autoridade e da salvação que Ele outorga aos que O aceitam!

Deus abençoe!